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DCI - Planejamento financeiro é essencial para intercâmbio

Planejamento financeiro é essencial para intercâmbio
Caixa parcela programa estudantil no exterior em até 48 meses, mas taxa de juros está vinculada ao relacionamento com a instituição

São Paulo - A alta de 41,8% do dólar americano nos últimos doze meses começa a incentivar outros destinos para o intercâmbio estudantil como Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra e África do Sul e aumenta a necessidade do planejamento financeiro das famílias brasileiras.

"Desde o último mês de fevereiro já sentimos um aumento na procura por destinos alternativos aos Estados Unidos. O dólar subiu, mas outras moedas até se desvalorizaram em relação à moeda americana. A realização de um programa de intercâmbio não é por impulso, exige um planejamento financeiro, não só do estudante, mas da família", diz o diretor de vendas da CI Intercâmbio e Viagem , Jan Wrede.

Ele explicou, que em geral, a decisão sobre a realização de um programa de intercâmbio é tomada com uma antecedência entre 4 e 7 meses antes da viagem. "É um produto de compra planejada", afirma.

Além de custos com passagens aéreas que podem ser parceladas em até 12 vezes sem juros no cartão, os pacotes de intercâmbio com hospedagem, meia-pensão ou pensão completa oscilam entre R$ 5,6 mil por um mês (Montreal, no Canadá) e R$ 7 mil (Nova York, nos Estados Unidos).

Mas destinos alternativos como a Austrália (R$ 6,3 mil por um mês) ou Londres, na Inglaterra (R$ 6,9 mil por um mês) possuem preços semelhantes, o que altera é a diferença nos custos das passagens aéreas. A distância para a Oceania (Austrália e Nova Zelândia) é 15,5 mil quilômetros, enquanto Londres está 9,5 mil quilômetros do Brasil.

"O público principal é de estudantes de famílias das classes A e B, mas também há uma procura significativa da classe C em feiras de intercâmbio".

Jan Wrede contou que os pacotes de idiomas tornaram-se acessíveis para o público da classe C nos últimos anos por causa de opções de parcelamento. "A Caixa Econômica Federal parcela em até 48 vezes [4 anos] e a taxa de juros entre 1% ao mês e 2,5% ao mês é de acordo com o relacionamento de cada cliente com o banco", exemplificou.

Além do banco estatal, o diretor contou que o Santander parcela em até 24 vezes, com juros de 2,3% ao mês. "Boa parte dos parcelamentos é feita em 10 vezes sem juros no cartão de crédito ou no boleto", descreveu Wrede sobre a planejamento financeiro das famílias que enviam seus filhos para cursos de idiomas ou para períodos educacionais de seis meses a um ano no exterior.

O diretor explicou que em temporadas de intercâmbio mais longas, de seis meses a um ano, a preferência das famílias brasileiras continua por destinos nos Estados Unidos (Nova York, Califórnia ou Flórida) ou no Canadá.

"Cursar um semestre ou um ano de high scholl [o equivalente ao colegial ou ensino médio no Brasil] nos Estados Unidos ou no Canadá pode sair mais barato que um colégio privado bom em São Paulo ou no Rio de Janeiro, e a grade curricular lá fora é aceita pelo MEC [Ministério da Educação] no regresso ao Brasil", disse.

Os pacotes semestrais em high school públicas no exterior exigem recursos entre R$ 13 mil e R$ 15 mil de hospedagem e alimentação, sem incluir despesas com transporte aéreo e lazer nos finais de semana.

Quanto ao público adulto, que não depende da renda familiar, Wrede ressaltou que a preferência é por cursos de idiomas de duração de um mês, em geral, nas férias. "A África do Sul tem sido um destino procurado recentemente pela proximidade e custos menores", destacou o diretor.

Controle da fatura

Na avaliação do diretor da corretora Cotação, Alexandre Fialho, a melhor forma dos pais controlarem a despesas dos filhos estudantes no exterior é por meio de cartões pré-pagos em moedas estrangeiras que são recarregáveis. "Os estudantes levam uma parte em espécie para os primeiros gastos e depois utilizam os cartões. Pela internet é possível acessar o saldo, o extrato, recarregar, bloquear ou desbloquear", diz.

A prática mais comum, segundo Fialho é o recarregamento como uma mesada, em que o estudante aprende a controlar seus gastos. O cartão pré-pago possui imposto sobre operações financeiras (IOF) de 6,38%. "Os pais tem a alternativa de realizar remessas expressas, com IOF de 0,38%", sugere. A taxa de envio fica entre US$ 10 e US$ 40.

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